Eu consigo ver através dele.
Tão envolvente,
tão triste com seus contornos de sorriso,
com seus contornos alegres.
Azul? Não. Verde... Não...
Escuro, black, Negro.
Magnitude de um vulcão ao derramar sua cachoeira
de águas ferventes por caminhos desejados,
mas jamais percorridos.
As vezes ele me diz tudo,
mas é como não dissesse nada;
de que adianta ver se não consigo ler?
Te decifrar seria esplêndido;
ser um símbolo oculto em você, sem palavras.
Como a Esfinge você me devora,
com a voracidade de uma fera escondida,
que aprisionaram por medo de se render
diante de uma doce criatura
que reinventa a vida a cada piscar de um olhar.
Whiverson Reis


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